Quanta saudade tenho dela,
Sua presença, seus modos me alegra.
Por isso tanta falta me faz ela.
Seu riso,seu brilho,
Tudo lhe faz muito bela.
Por isso todo meu carinho,
Dedico tão somente a ela.
Me vejo refletido em sua imagem,
Fazendo parte desta paisagem
Mas que numa breve tempestade
A correnteza forte de ti me afastou.
Mas o amor ainda jaz seguro
Por ser tão sincero e puro,
Belo e absoluto!
O que há de mais belo no mundo.
sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
Do Palhaço
Quando o lamento e tristeza
São elementos da receita,
O combustivél exato transformado,
Em piadas do palhaço.
Mas porque não é considerado?
Pois que até o:eu te amo do palhaço
Torna-se piada e risadas do coitado.
Ele não tem direito de amar?
ou será que toda sua desgraça,
Vira motivos de gargalhar?
E porque, nunca desanimado?
Pois que até sem maquiagem,
Pensando em alguem com saudade.
Lhe vêem em seu personagem.
Sendo assim seria hilário,
Pro palhaço garantir seu salário,
Dizer:te amo!durante todo espetáculo,
garantindo sorrisos rasgados.
sábado, 5 de setembro de 2009
segunda-feira, 13 de abril de 2009
TEATRO
Teatro para humanizar!
Para desinibir!
Teatro para criar,
Teatro para rir,
Para chorar!
Teatro de instruir!
Teatro de extravasar!
Teatro para discutir,
Teatro para criticar!
Teatro de pôr-mos mascaras
Teatro de desmascarar!
Para desinibir!
Teatro para criar,
Teatro para rir,
Para chorar!
Teatro de instruir!
Teatro de extravasar!
Teatro para discutir,
Teatro para criticar!
Teatro de pôr-mos mascaras
Teatro de desmascarar!
Flor
Teu perfume lembra-me as rosas,
Na roseira a exalar perfume de amor.
As Pétalas de uma rosa formosa!
A perfumar um jardim envolto em flor!
Crianças como lembrando as fadas,
Nos volteios em suas asas luminosas,
Voam saudando a mais formosa rosa,
Que na primavera veio a desabrochar!
Alegria de muitos durou pouco,
Botão de flor logo murchou,
Mas irás renascer em outros galhos,
Em um novo botão em flor!
Na roseira a exalar perfume de amor.
As Pétalas de uma rosa formosa!
A perfumar um jardim envolto em flor!
Crianças como lembrando as fadas,
Nos volteios em suas asas luminosas,
Voam saudando a mais formosa rosa,
Que na primavera veio a desabrochar!
Alegria de muitos durou pouco,
Botão de flor logo murchou,
Mas irás renascer em outros galhos,
Em um novo botão em flor!
Olhar
Olhar profundo que hipnotiza,
Olhar de menina doce, minha alegria.
Sinhazinha de modos singelos,
Que do peito transborda amor!
Olhar de encantamentos cintila,
No pensamento tua imagem vai buscar.
Mas ainda és somente uma miragem,
De alguém que quero muito amar!
Olhar de menina doce, minha alegria.
Sinhazinha de modos singelos,
Que do peito transborda amor!
Olhar de encantamentos cintila,
No pensamento tua imagem vai buscar.
Mas ainda és somente uma miragem,
De alguém que quero muito amar!
Alento
Certa tarde um homem bem posto,
De trajes finos,sorriso no rosto.
Ao deparar-se com um velho irmão,
Que abandonado pela calçada,
Suplicava alento, rogava por pedaço de pão.
Movido de compaixão,
Dirigiu-se ao velho falando então:
- Levante-se meu velho, dê-me aqui tua mão.
O velho tomado de receio estendendo-lhe a mão,
Tocado pelo gesto perguntou-lhe então:
O que queres deste velho, meu senhor?
Que a vida não mais tem compaixão.
Vens para pôr-me num asilo, ou jogar-me na prisão?
- Nada disso - responde o moço.
Pondo um fim na indagação.
Descansando sua mão com carinho,
Sobre os ombros do ancião.
Dirigindo-lhe em poucas palavras,
Uma breve explicação:
Sou sozinho,sem família.
Sem ter com quem dividir o pão,
Será meu novo amigo,
Serás meu mais novo irmão!
De trajes finos,sorriso no rosto.
Ao deparar-se com um velho irmão,
Que abandonado pela calçada,
Suplicava alento, rogava por pedaço de pão.
Movido de compaixão,
Dirigiu-se ao velho falando então:
- Levante-se meu velho, dê-me aqui tua mão.
O velho tomado de receio estendendo-lhe a mão,
Tocado pelo gesto perguntou-lhe então:
O que queres deste velho, meu senhor?
Que a vida não mais tem compaixão.
Vens para pôr-me num asilo, ou jogar-me na prisão?
- Nada disso - responde o moço.
Pondo um fim na indagação.
Descansando sua mão com carinho,
Sobre os ombros do ancião.
Dirigindo-lhe em poucas palavras,
Uma breve explicação:
Sou sozinho,sem família.
Sem ter com quem dividir o pão,
Será meu novo amigo,
Serás meu mais novo irmão!
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